quarta-feira, 28 de maio de 2008

Até quando é necessário a figura de um expoente?
Aquele ser que irá nos guiar e de certa forma nos personalizar.
Até que ponto a mistura desses vários expoentes nos fará ser de certa forma singular?
Estamos tão impregnados dos outros que esquecemos de dar o nosso próprio toque.
O engraçado que na vida contemporânea em que estamos inseridos, torna-se cada vez mais nocivo ser nós mesmos.
Meios de informação são usados para nos monopolizar, à exatamente nós não sermos nós mesmos.

Essa coisa do crédito mal dado é latente, afinal como daremos crédito aquilo não conhecemos. As pessoas não se preocupam em buscar nada de singular. Tudo se torna inevitavelmente igual, fruto de uma feito de senso, de absolutamente nada. Os seres robóticos infelizmente fazem cada vez mais tarde do nosso cotidiano, sombriamente mais vazios. Ninguém tem mais o que falar, as palavras saem vazias, suas mentes são meros objetos.


Logo, nossos expoentes tornam-se cada vez mais, bizarramente incultos. Mas afinal de contas, é tão bom a gente não se preocupar em ser singular. É tão bom, cada vez mais sermos menos e muito mais você...

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