Até quando é necessário a figura de um expoente?
Aquele ser que irá nos guiar e de certa forma nos personalizar.
Até que ponto a mistura desses vários expoentes nos fará ser de certa forma singular?
Estamos tão impregnados dos outros que esquecemos de dar o nosso próprio toque.
O engraçado que na vida contemporânea em que estamos inseridos, torna-se cada vez mais nocivo ser nós mesmos.
Meios de informação são usados para nos monopolizar, à exatamente nós não sermos nós mesmos.
Essa coisa do crédito mal dado é latente, afinal como daremos crédito aquilo não conhecemos. As pessoas não se preocupam em buscar nada de singular. Tudo se torna inevitavelmente igual, fruto de uma feito de senso, de absolutamente nada. Os seres robóticos infelizmente fazem cada vez mais tarde do nosso cotidiano, sombriamente mais vazios. Ninguém tem mais o que falar, as palavras saem vazias, suas mentes são meros objetos.
Logo, nossos expoentes tornam-se cada vez mais, bizarramente incultos. Mas afinal de contas, é tão bom a gente não se preocupar em ser singular. É tão bom, cada vez mais sermos menos e muito mais você...
quarta-feira, 28 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Não quero ter que virar as costas e dizer adeus,
Não quero despertar aquele sentimento de solidão.
Quero que os dias se mantenham limpos, que as flores que continuem a florescer
Ah como necessito ver teu lindo sorriso iluminar a minha vida.
E transbordar de paixão os meus sonhos.
Teu caminhar sereno acalma meu coração.
Tuas lágrimas lavam minha alma, tornando-a pura novamente
Tuas palavras ecoam em cabeça e eu consigo ter fé,
Sou filho da perdição, que busca estar sempre próximo do anjo
Mas cada vez eu fico mais longe...
Onde estão tuas asas?
Não quero despertar aquele sentimento de solidão.
Quero que os dias se mantenham limpos, que as flores que continuem a florescer
Ah como necessito ver teu lindo sorriso iluminar a minha vida.
E transbordar de paixão os meus sonhos.
Teu caminhar sereno acalma meu coração.
Tuas lágrimas lavam minha alma, tornando-a pura novamente
Tuas palavras ecoam em cabeça e eu consigo ter fé,
Sou filho da perdição, que busca estar sempre próximo do anjo
Mas cada vez eu fico mais longe...
Onde estão tuas asas?
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